A chegada do Século XXl traz consigo a expansão de novas tecnologias. Não alheio à tendência mundial, o ramo das bicicletas mergulhou, ou melhor, pedalou na busca de inovação para agregar valor na hora do pedal.

A interação entre as bikes e a tecnologia, nasceu às bicicletas elétricas que são modelos utilizam um motor elétrico integrado para dar aquela ajuda na propulsão do veículo. No Brasil, as ebikes estão cada vez mais populares porque alguns fatores como deslocamento rápido com o mínimo de transpiração, mobilidade urbana e além do auxilio em trajetos com área de subida, caíram no gosto popular.

Os componentes de uma bicicleta elétrica são o motor à bateria, o controlador eletrônico ou módulo que controla a velocidade do motor, o acelerador, o sistema de pedal assistido e o painel de instrumento, onde é possível acompanhar em tempo real as informações da bicicleta, como nível de bateria e velocidade. Por sua vez, as ebikes possui diferença na ativação do motor: os modelos Pedelecs são bicicletas que não possui acelerador e os motores são ativados a partir do ato da pedalada e as bikes elétricas com acelerador que possui três módulos: somente acelerar, somente pedalar ou a união das duas funções.

Em dezembro de 2013, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou a Resolução 465, que regulamentou o uso da bicicleta elétrica no Brasil, enquadrando na mesma categoria da bicicleta comum. A nova resolução, elas são dispensadas de registro, tributação, habilitação e seguro obrigatório. Porém, precisam ter o limite de potência máxima em 350 watts, não podem possuir acelerador e ter velocidade máxima de 25 km/h. Além disso, a bicicleta elétrica deve possuir o indicador de velocidade, campainha, sinalização noturna (dianteira, lateral e traseira) e espelhos retrovisores, além da necessidade do uso de capacete pelo ciclista.

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