DBike - Revista catarinense de cicilismo | Santa Catarina, 18 de maio de 2024 | Quem somos | Contato

Pedal na terceira idade

Pedalar na terceira idade pode significar menos doenças típicas dessa fase da vida – Foto Arquivo DBikeSC

Quando se entra na terceira idade, o ciclo produtivo se reduz e chega a “hora de descansar”. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (World Health Statistics) de 2015, a população idosa no Brasil soma 22 milhões (acima de 60 anos), sendo cerca de 11% do total de habitantes. Além disso, a OMS estima que em 2025, 15% dos brasileiros vão estar ocupando está faixa etária. Visando este período, a prática do exercício físico continuo não idade para começar.

As mudanças físicas acontecem, como, por exemplo, a perda da massa muscular tende a se acentuar com o passar do tempo, sendo uma frequente queixa dos idosos. Neste aspecto, a prática do ciclismo pode aparecer como uma excelente opção para os homens e as mulheres da terceira idade.

Aos idosos que pretendem começar a pedalar é recomendado uma distância de 5 km ou 30 minutos diários, com uma bicicleta adequada. Neste ritmo, é possível notar benefícios importantes para o coração e para a circulação. Isso pode, inclusive, reverter alguns sinais físicos comuns do envelhecimento.

De acordo com especialistas, o ciclismo pode colocar um idoso em condições de igualdade com um adulto mais jovem no que diz respeito à capacidade física, resistência e força muscular. As pedaladas frequentes ajudam, ainda, a prevenir doenças comuns dessa fase da vida, como hipertensão, diabetes, osteoporose e problemas cardíacos.

Alguns itens devem ser levados em consideração na hora da aquisição da bicicleta para o pedal se tornar prazeroso e não doloroso. Vamos a elas: pneus largos e guidão alto são uma boa pedida.

 

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